sábado, 12 de março de 2011

Maracatu Carneiro Manso vence concurso no Recife.



Um ano de preparação e três dias de folia nos principais pólos de carnavais de Pernambuco. É assim que o Maracatu Carneiro Manso se consagra o grande vencedor do concurso de Maracatus 2011 de baque solto da Prefeitura do Recife e trás o prêmio para Glória do Goitá. Agora, ele faz parte do grupo ESPECIAL de maracatus do estado.

A agremiação desfilou na terça-feira de carnaval na Avenida Guararapes, no Centro do Recife, e esbanjou criatividade, alegria e muito brilho em 160 componentes. Em 2010, nesse mesmo concurso o grupo ficou em 7º lugar. Em 2008, o Carneiro Manso venceu o prêmio Humberto Maracanã realizado pela Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe). O maracatu Carneiro Manso foi fundado em 1950.

Segundo Andreza Correia, integrante da organização do maracatu, o prêmio foi uma surpresa. “Estamos emocionados com o resultado. Na hora nós não acreditamos, mas a felicidade é enorme”, afirma Correia. O resultado da premiação foi recebida pelo bandeirista do grupo, Wellington Rubens. O troféu e a premiação serão recebidos no domingo, dia 13, no Recife, na volta, o Carneiro Manso se apresenta nas ruas de Glória do Goitá. O maracatu é conduzido por José Rinaldo, Edmilson Lima e Aurora Francisca todos de Glória do Goitá.


Fonte:http://ecoscomunicacao.blogspot.com/2011/03/maracatu-carneiro-manso-vence-concurso.html

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dia 08 de Março Dia da Mulher.


Mulheres fracas, fortes.
Não importa.
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.
São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.

Temos a delicadeza das flores
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!

Somos fêmeas guerreiras, vencedoras,
Somos sempre o tema de um poema
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.

Somos um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.

Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência

Com paciência
O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres... mulheres...

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval no Nordeste do Brasil.







O Carnaval, festa de antiga tradição católica originada na Europa, realiza-se anualmente nos três dias que antecedem a Quaresma. Introduzido no Brasil pelos colonizadores portugueses, era conhecido por Entrudo nos primeiros séculos de vida colonial. Nesse período, costumava-se fazer uso dos jogos de limas e limões de cheiro ou o de atirar pós e vasilhames de água e de outros líquidos uns nos outros. O brinquedo era vivenciado entre famílias nas moradas senhoriais ou nas ruas e nos largos onde geralmente se divertiam os escravos e os homens livres pobres.

Durante o Império, a festa dedicada ao riso e ao prazer passou a denominar-se mais comumente de Carnaval. As elites urbanas pouco a pouco foram abandonando o brinquedo do Entrudo e voltaram os olhos para os carnavais das cidades mais progressistas da Europa, a exemplo de Nice, Paris, Nápoles, Roma e Veneza, onde a folia era animada por bailes, danças, músicas, salões iluminados, banquetes, cortejos e desfiles de máscaras e trajes luxuosos pelas ruas das cidades. Esses divertimentos eram tidos como sinal de civilização e progresso, de elegância e adiantamento cultural.

A partir de meados do século XIX, surgiram as sociedades carnavalescas, formadas por membros das elites socioeconômicas e culturais urbanas cujos sócios exibiam-se mascarados, desfilando em carros de alegoria e crítica. Fazer crítica aos costumes, à política e aos tipos sociais através do riso e do humor e sem cometer ofensas pessoais era prática extremamente valorizada. Salvador, na Bahia, teve o Bando Anunciador dos Festejos Carnavalescos, os Cavalheiros do Luar e os Cavalheiros da Noite, cujos integrantes eram os moços do comércio e alguns caixeiros de escrita. Na década de 1890, apareceram os clubes de negros que desfilavam em luxuosos carros de críticas e de idéias, acompanhados por uma charanga composta por instrumentos africanos. Seus nomes remetiam à África: Embaixada Africana e Pândegos d’África, Chegada Africana e Guerreiros d’África. Esses grandes clubes de negros constituíram uma particularidade do Carnaval de Salvador.


No Recife, o Carnaval das máscaras, das críticas e das alegorias era representado pelas sociedades carnavalescas Asmodeu, Garibaldina, Comuna Carnavalesca, Azucrins, Os Philomomos, Cavalheiros da Época, Fantoches do Recife, Clube Cara Dura, Seis e Meia do Arraial e outros. Em 1883, o Clube Francisquinha fazia a alegria do Carnaval de rua de São Luís do Maranhão. De presença mais marcantes nas folias de Momo a partir da década de 1870, os clubes de alegoria e crítica entraram em franca decadência nos primeiros anos do século XX.

As camadas populares, por sua vez, continuaram a ocupar as ruas com seus brinquedos e suas diversões, sendo objeto de desprezo das elites, de críticas da imprensa e de repressão policial — segmentos que os viam como sinal de ignorância e de atraso socioeconômico e como um potencial perigo à ordem pública. No Recife, além do Entrudo, o “populacho” entregava-se aos sambas, aos maracatus e às cambindas, divertiam-se com o Rei do Congo, os fandangos e o bumba-meu-boi. Em São Luís, no final do século XIX, proliferaram os baralhos — bando de negros pintados de branco, portando sombrinhas ou guarda-chuvas — e os cordões de ursos, fofões, morcegos, mortes, sujos e de outros bichos como guarás, carneiros, águias. Na folia de Salvador, os “caretas” apareciam envoltos em esteiras de catolé ou com folhas de árvore recobrindo os abadás; além da caricatura do Ioiô Mandu, fantasia confeccionada com anágua, peneira, cabo de vassoura e um paletó velho.

Em 1905, a fim de evitar o chamado processo de “africanização” do Carnaval de Salvador, foram intensificadas as medidas repressivas aos folguedos populares carnavalescos de rua, que incluíam os batuques, sambas e candomblés. Até o início dos anos 1930, não são conhecidas notícias de clubes ou blocos que evocassem a África ou executassem batuques nas ruas centrais da capital baiana.

No Recife, a partir de 1880, década em que foi abolida a escravidão e proclamada a República no Brasil, multiplicou-se o número de agremiações carnavalescas populares nas ruas, formadas por trabalhadores urbanos, artífices e artesãos, operários, caixeiros, feirantes, domésticos. Quando se apresentavam em público, arrastavam toda sorte de gente: desocupados, vadios, moleques de rua, capoeiras. Dentre os clubes carnavalescos pedestres, predominavam aqueles que se faziam acompanhar pelas bandas de música ou orquestras de metais que executavam as vibrantes marchas carnavalescas, mais tarde conhecidas por marchas pernambucanas e, finalmente, por frevo: Caiadores, Caninha Verde, Vassourinhas,Pás, Lenhadores, Vasculhadores, Espanadores, Ciscadores, Ferreiros, Empalhadores do Feitosa, Suineiros da Matinha, Engomadeiras, Parteiras de São José, Cigarreiras Revoltosas, Verdureiros em Greve, em meio a tantos outros. No vaivém dos clubes e troças, nasceram o frevo e o passo pernambucanos. No início do século XXI, convencionou-se que o frevo nasceu em 1907, ano em que foi encontrado o primeiro registro da palavra frevo em um jornal local, o Jornal Pequeno, na edição de 9 de fevereiro de 1907.

Os maracatus nações, com suas loas e toadas de bombo, também considerados pelas elites como periculosos, infectos, produtores de “um barulho infernal”, passaram a ser mais ou menos tolerados pelas elites pernambucanas a partir das décadas de 1920 e 1930, talvez por remeterem à tradicional cerimônia do Rei do Congo e pelo fato de alguns se exibirem “vistosamente organizados”. Negros, mulatos e caboclos buscaram ainda espaço na folia organizados nos Caboclinhos, grupos que se apresentavam com músicas, danças e indumentária que evocavam os auto-hieráticos utilizados pelos missionários jesuítas na catequese dos índios: Tribo Canindés (1897), Carijós (1899), Tupinambás (1906) e Taperaguases (1916).

A partir de 1930, teve início o processo de oficialização do Carnaval no Brasil e as manifestações culturais oriundas das camadas populares passaram a ser reconhecidas como a grande força e expressão do Carnaval. No Recife, a Federação Carnavalesca Pernambucana, fundada em 1935, tornou-se responsável pela organização dos festejos e definiu as categorias das agremiações carnavalescas de rua: clube de frevo, troça, bloco, maracatu nação ou de baque virado e caboclinhos. Ficaram excluídos da lista os populares ursos e bois de Carnaval e os maracatus de baque solto. Nesse período, o frevo passou a ser considerado oficialmente como símbolo de identidade cultural de Pernambuco. Em São Luís, em 1929, surgiram as turmas de batucada ou blocos que recuperaram os ritmos tradicionais locais. Em Salvador, o Carnaval popular recuperou o ânimo a partir de 1949, com a criação do afoxé Filhos de Gandhi, grupo formado por estivadores e ligado ao candomblé.

Na década de 1950, as prefeituras do Recife e de São Luís assumiram a organização dos respectivos Carnavais e instituíram os concursos oficiais entre as diferentes categorias de agremiações carnavalescas. Tinham a intenção, entre outras, de transformar o Carnaval em produto turístico e num grandeespetáculo ao ar livre. O surgimento do trio elétrico, que modificou radicalmente a estrutura e a forma dos festejos carnavalescos de Salvador, data de 1951. Nos anos 1980, os trios elétricos eram vistos animando os Carnavais e asMicaremes, os chamados “Carnavais fora de época”, em diversas cidades brasileiras.

Durante os anos da ditadura militar, os Carnavais de rua do Recife, de Salvador e de São Luís quase desapareceram. Começaram a recobrar força e energia com os primeiros sinais de abertura política, a partir de 1975. Em Pernambuco, explodiram os festejos nas ruas de Olinda onde os clubes carnavalescos exibiam-se em meio ao povo, sem os desfiles, as passarelas e os concursos oficiais. Em 1978, no Recife, surgiu o Clube de Máscaras O Galo da Madrugada, que se tornaria a maior agremiação carnavalesca do mundo, conforme registro noGuinness Book, o livro dos recordes, na virada do século XX para o XXI. Em São Luís, impulsionados pelo crescimento do Movimento Negro, apareceram, por volta de 1984, os primeiros blocos de matriz cultural afro-brasileira e, desde os anos 1990,o Carnaval tem mostrado sua vitalidade através das expressões culturais de raízes locais.

Na cidade de Salvador, os Filhos de Gandhi e o Ilê Aiyê, criado em 1974, afirmaram-se como grandes expressões da negritude, contribuindo para o processo de preservação, fortalecimento e valorização da identidade étnica e cultural dos afrodescendentes e dando sentido positivo à chamada “reafricanização” do Carnaval da Bahia. Afoxés e blocos de negros dividem, hoje, as avenidas e as atenções do público e dos meios de comunicação de massa com os trios elétricos e os blocos com seus abadás e cordões de isolamento. Ao findar o século XX, a festa baiana já havia se convertido num rentável e lucrativo empreendimento comercial, sujeito à lógica do mercado, embora muitos ainda o procurem simplesmente para rir, divertir-se e brincar.


Fonte:Rita de Cássia Barbosa de Araújo
Historiadora e pesquisadora da
Fundação Joaquim Nabuco

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Pernambuco Comemora Aniversario do Frevo.


DIA NACIONAL DO FREVO /09 DE FEVEREIRO/ CARNAVAL 2011

Homenagem à Passista de Frevo Zenaide Bezerra

No dia em que se comemora a criação do termo “Frevo”, a Prefeitura do Recife realiza diversas atividades exaltando o ritmo tipicamente pernambucano. Entre elas, o show de lançamento do CD do Festival de Música carnavalesca 2011, com as músicas vencedoras nas diversas categorias. Outro importante evento é o lançamento do livro da pesquisadora Carmen Lélis sobre a homenageada, a passista Zenaide Bezerra. Filha de Egídio Bezerra, o “Rei do Passo”, Zenaide mantém o Grupo de Danças Populares Egídio Bezerra, que conta com vários integrantes da família. O lançamento acontece na Casa do Carnaval, no Pátio de São Pedro.


E Lançamento do livro Zenaide Bezerra com tarde de autógrafos na Casa do Carnaval. (segue texto com felipe)

PÁTIO DE SÃO PEDRO
16h30 Orquestra de Frevo Raízes com o maestro Fábio César e passistas de Zenaide Bezerra. participação especial de Ed Carlos, Nena Queiroga, Nonô Germano e Ivanildo Silva.

17h30 CONCENTRAÇÃO E SAÍDA DO CORTEJO DO FREVO
Roteiro: Rua Direita – Livramento - Nossa Senhora do Carmo - Martins de Barros - Maurício de Nassau - Marquês de Olinda - Bom Jesus - Arsenal
Coma a participação de:
Turma de Palhaço¬s Fantásticos do Pina, A Cobra e o Dragão, Escola Municipal de Frevo com Maestro Fernando Borges, Clube de Bonecos Seu Malaquias, Abanadores do Arruda, Clube Pavão Misterioso, Passistas de Egídio Bezerra, Cia Cultura Nordestina, Fazendo Arte, Balé Deveras, Grupo São Salomão e Orquestra Vereda Tropical.
18h Orquestra Usinas de Cordas
19h Concurso de Porta Estandartes
20h Orquestra Evocações

PRAÇA DO ARSENAL
17h30 Orquestra do Maestro Mendes e Passistas em frente ao Paço do Frevo
18h Chegada do arrastão do Frevo
19h Coral Edgar Moraes
20h Show de Lançamento do CD - Festival de Música carnavalesca 2011

DERBY
15h Frevioca

03 a 28/02/2011.
Fonte :Radio Goitacaz FM

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Feliz Aniversario Goitacaz FM.




Em 16 de outubro de 1998, era fundada a Associação Comunitária de Comunicação e Cultura de Glória do Goitá. Após quase 05 anos depois, no dia 2 de fevereiro de 2003, Associação Comunitária de Comunicação e Cultura de Glória do Goitá,concebeu a Rádio Comunitária Goitacaz FM 98,5 MHz.


A Rádio Comunitária Goitacaz é uma Associação sem fins lucrativos, para isso é necessário o apoio da comunidade, poder público, empresários, comerciantes, entidades, instituições entre outros. Hoje 2 de fevereiro deste ano 2011 é comemorado o 8° aniversário da Rádio Goitacaz FM, nossa Rádio se consagra a cada dia no coração dos ouvintes.


Fruto de uma parceria entre Sociedade Civil, Poder Público, Ongs e Movimentos Sociais, a Rádio Goitacaz é um instrumento que muito contribui para a disseminação da comunicação e da cultura de Glória do Goitá. São 8 anos no AR, levando informação, notícia, prestação de serviços, utilidade pública, um trabalho dedicado à comunidade gloriense, que tornou-se um instrumento de disseminação de comunicação, cultura, educação e cidadania. Contribuindo para a formação de sujeitos críticos que possam interferir na realidade social através das ondas do rádio.

Com uma grade de programação eclética com formatos e gêneros diferentes, 45 profissionais entre comunicadores, repórteres, produtores e técnicos trabalham voluntariamente revezando-se diariamente nos 30 programas de domingo a domingo das 06:00 da manhã às 22:00 horas.


Fonte:Radio Goitacaz fm.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ 2011 ARRETADO DE BOM.




"A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."


FELIZ ANO NOVO QUER EM, DOIS MIL E 11 VOCÊ POSSAR REALIZAR TODOS OS SEUS SONHOS.

domingo, 21 de novembro de 2010

Pouco Durou, Mas Ainda Tem Mais.


Clima festivo e de inspirações. Assim encerra a 2ª Mostra de Arte-educação: Ouve a Voz da Arte. O ambiente sempre lotado trouxe gente de todo lugar: mães de Glória do Goitá; o povo do canavial; gente do litoral; estudantes; professores; diretores; admiradores; artistas de primeira qualidade. Tava todo mundo atento ao que diziam os atores caboclinhos da Geração Futuro.

Foram duas noites de celebração a cultura popular, aos cantos e ritos nordestinos que inspiram formas criativas de transformação e mobilização social, através da arte. O vasto salão se transformou no teatro que a cidade nunca vira. Nos bastidores estavam eles e elas se ajeitando para brilhar em cena. Tudo tinha que ficar do jeitinho que foi acertado durante os seis meses de montagem cênica dos espetáculos.
O repentista Josivaldo Silva de Lagoa de Itaenga abriu o evento com poesia e um talento ímpar, herança do pai, poeta Bio Caboclo. O espetáculo “O Grito da Iara” deu seqüência a mostra. Confusões e soluções da relação do homem com a natureza foram apresentadas pelo grupo Tubira-bá, de Pombos. A peça destaca o equilíbrio que os índios tinham com a natureza e questiona se ainda é possível viver em harmonia com a mesma, sem precisar destruí-la. Enquanto isso o grupo Zum, Zum, Zum Danado se preparava para apresentar o espetáculo de construção coletiva: “O Mistério Debaixo da Cama”. A peça provocou risos e momentos de tensão com o drama vivido por Januário, um jovem rural que foi morar na zona urbana, em busca de oportunidades. Muita coisa se passa quando o jovem adormece, fazendo-o refletir sobre sua indecisão de continuar morando na cidade grande.

No segundo dia foi à vez do grupo Baluarte da Alegria. “Muda Essa Cena” é o nome dado ao espetáculo apresentado pelas meninas de Chã de Alegria, que discutem mídia e educação na história vivida por Mariana, personagem que se envolve com as coisas que ver na tevê. Em seguida o grupo Agora é a Hora, de Glória do Goitá, entrou em cena com o espetáculo “A História Agora é Outra”. A peça apresenta a história de duas lavadeiras que, em meio a lamentações de amor e dor, decidem enfrentar o medo e mudar o rumo de suas histórias.

A platéia se manifestou com pluralidade. No debate, dona Maria de Lourdes, emocionada ao ver sua filha Géssica Taís se apresentar, depôs publicamente sua satisfação e seu orgulho: “É um muito bom ver que minha filha tem esse talento todo. Vejo o quanto a Geração Futuro está contribuindo para formação dela”. Nesse ritual de grandes explosões de sentimentos bons, a 2ª Mostra de Arte-educação: Ouve a Voz da Arte chega ao fim. Mas não acaba por aí. A Mostra segue até o final deste ano, através da circulação dos espetáculos em comunidades e escolas da região da Zona da Mata. Agora será a vez das comunidades cantarem a música campanha da mostra: “Tava esperando tu chegar”!

Fonte:http://www.geracaofuturo.org/